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Perguntas mais frequentes - FAQ

1Trabalho com uma equipe numerosa e sempre fico na dúvida se é melhor ser uma chefe autoritária ou mais democrática. O que você sugere?
Olá. Obrigado por seu contato e pela pergunta. Essa é uma das dúvidas mais comuns no mundo empresarial para quem é chefe de setor ou repartição. Para contribuir com sua gestão e responder sua dúvida, é fundamental considerarmos alguns pontos. Veja: - Depende dos liderados Uma frase comum de se ouvir é que o fogo que endurece o bolo é o mesmo que derrete o sorvete. O fogo é o mesmo, mas o material sobre o qual ele será aplicado faz toda diferença. Neste exemplo, o efeito é inverso. Se você tem uma equipe numerosa é provável que tenha diversos tipos de comportamentos presentes nela: deve ter o reclamão, o otimista, o racional, o enrolador, o preconceituoso que não aceita uma mulher na liderança e tantos outros. E por isso não podemos usar o mesmo padrão nessa relação. O importante, neste caso, é detectar o movimento que afeta cada indivíduo. O que buscamos é a eficiência e a produtividade. Esse deve ser o foco. E com isso você pode testar. Vai perceber que se for mais dura, alguns reagem positivamente e outros travam. Se for democrática e boazinha, alguns serão parceiros e outros te ignorarão. Perceba a reação de cada um e utilize-as de forma individualizada. Não existe um padrão que atenda a todos os indivíduos da mesma forma. - Depende da situação Considere que você seja uma executiva muito democrática, que sempre consulta a opinião da equipe para a maior parte das tomadas de decisão. Agora considere que seu local de trabalho pegou fogo e você precisa salvar as pessoas, orientando-as a seguirem pela saída de emergência imediatamente. O que você faria? Faria uma reunião com toda a equipe ou começaria a determinar que saiam imediatamente? Dependendo da situação, você necessitará mudar o estilo de gestão. Claro que um será sua marca e você recorrerá a ele sem perceber e na maior parte das decisões. Mas não fique escravizada em um estilo apenas. Não seja princesa no meio da guerra e nem guerreira em um cerimonial. Não se culpe de ter sido mais rude em algum momento em que o risco de dar errado se tornou muito alto. Tenha sempre, no entanto, a preocupação de jamais desrespeitar o ser humano, pois somos todos iguais.
2Na hora de aumentar minha equipe, fico na dúvida se é melhor trazer alguém experiente do mercado ou fazer uma seleção interna.
Olá. Obrigado por seu contato e pela interessante pergunta, que divide a opinião de muita gente. Em linhas gerais, é preciso considerar bem o escopo da função. Você precisa de uma pessoa nova na equipe para fazer exatamente que tipo de atividade? É uma função possível de ser preenchida com as competências já existentes em outros profissionais da sua empresa? Precisa de capacitação? A necessidade do preenchimento possibilita esse tempo necessário para a capacitação? Se for uma vaga urgente, com exigência de conhecimentos específicos e você não conta com pessoas na empresa que tenham essa base, a resposta parece óbvia: busque no mercado. Porém, considerando que existe a possibilidade de se contratar alguém internamente, vamos a outro ponto para consideração. A mistura de competências e experiências é muito saudável em uma organização. Temos três fontes de conhecimento que considero fundamentais na empresa sadia: - Funcionários da casa – A equipe mais antiga, que certamente passou por muitas situações na empresa, é uma rica fonte de conhecimento. São essas as pessoas que conhecem bem a história, a cultura, os poderes, a engrenagem política e os relacionamentos. Por serem mais antigos, se sentem um pouco como os donos, os primeiros, aqueles que já estavam aqui quando os outros chegaram. Essa equipe é poderosa e fortíssima aliada e geralmente topa tudo pela empresa que tanto amam e prezam. São um pouco ciumentos, mas isto é apenas uma demonstração de carinho e amor pela empresa. Como ponto frágil, não é incomum terem menos conhecimento técnico e menos preocupação em conhecer formas novas de se trabalhar, já que se garantem no que sempre fizeram. - Profissionais do mercado – O pessoal de mercado experiente tem como principal característica já chegar sabendo fazer. A experiência (normalmente recente) em outras organizações possibilitou chegar à nova empresa, entender minimamente a cultura da casa e, ainda que de forma lenta para não ferir a cultura, começa a mostrar resultado. Eles sabem o que fazer, conhecem o caminho técnico de como chegar e não têm medo de mudanças, principalmente porque o novo emprego já é uma mudança. Diferente da turma mais antiga de casa, o profissional de mercado recente precisa mostrar seu serviço e possui, inicialmente, um engajamento maior com a empresa, pois quer absorver tudo e mostrar seu valor. Por outro lado, em muitos casos, essa segurança se traduz em ignorar aquilo que os antigos conhecem bem e não é raro o conflito com a equipe, que vai se reduzindo conforme o tempo passa. Profissionais oriundos do meio acadêmico – Me refiro aqui aos famosos estagiários, guerreiros e trabalhadores sem fim. A contratação de estagiários e outros profissionais do meio acadêmico, como egressos de cursos de mestrado e doutorado traz outro ar para a empresa. Se os profissionais da casa conhecem bem a cultura e os profissionais de mercado sabem como fazer, aqueles que vieram do meio acadêmico conhecem muito bem aquilo que chegará às organizações amanhã. Se vieram de escolas de bom nível educacional, estudaram e discutiram exaustivamente novos métodos nas centenas de estudos de casos tão comuns em boas faculdades. Conhecem os novos conceitos, as novas técnicas e os inúmeros conhecimentos que as empresas sequer sonham que possam existir. É bom lembrar que a internet foi criada para atender às necessidades acadêmicas e não profissionais. Aquilo que as empresas utilizam hoje, começou na escola. Ter uma equipe composta com essas três categorias é quase certeza de sucesso. Imagine juntar uma equipe que conhece bem a empresa, com a experiência de quem vem de mercado e os conhecimentos de quem chega do mundo acadêmico. Uma equipe assim e coesa é quase imbatível. Existem gestores e empresas que praticam uma mescla na equipe de aproximadamente 40% de profissionais antigos, 40% de profissionais de mercado e 20% de profissionais do meio acadêmico. Isto, porém, não é uma receita de bolo e tenho certeza de que você encontrará um caminho que atenda à sua necessidade.
 

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